Não havia sido uma escolha de Nathan. O Saint Luther’s foi o único hospital em um raio de 32 quilômetros que aceitou seu estágio. Na segunda semana, ele já estava preso no necrotério. Os mortos, o frio, o silêncio – era o suficiente para abalar qualquer um. Mas, como Nathan não sabia, o frio estava prestes a se tornar a menor de suas preocupações.
Aquele tinha sido um dia típico para Nathan – pelo menos, foi o que pareceu no começo. Ele passou a manhã auxiliando os médicos na ala pediátrica, consolando pais preocupados e mantendo as crianças calmas. Tudo era rotina, um fluxo constante de pacientes e procedimentos. Nada fora do comum.